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Polícia Civil do Mato Grosso recebe laboratório contra lavagem de dinheiro

Brasília, 21/3/14 – Nessa segunda-feira (24), será inaugurado o Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro na Polícia Civil do estado do Mato Grosso. Com a iniciativa, o órgão policial passa oficialmente a integrar a Rede Nacional de Laboratórios contra a Lavagem de Dinheiro (Rede-LAB).

Os laboratórios utilizam soluções de análise tecnológica em grandes volumes de informações. Eles subsidiam investigações criminais de casos de lavagem de dinheiro ou corrupção que envolvam quebras de sigilo bancário de inúmeras contas, sigilos telefônico e fiscal, durante grandes períodos.

A cerimônia de inauguração da unidade Rede-LAB em Cuiabá contará com a presença do secretário estadual de Segurança Pública do Mato Grsso, Alexandre Bustamante dos Santos, e do coordenador da Rede-LAB, Roberto Zaina, representando o Ministério da Justiça.

A Rede, criada em 2006 por iniciativa da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), é coordenada pelo Ministério da Justiça, por intermédio do Departamento Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), vinculado à Secretaria Nacional de Justiça. Atualmente, é composta por 22 laboratórios, já inaugurados. Em plena expansão, até o final de 2014, serão 43 laboratórios em funcionamento, em todos os estados do país.

O secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, destaca o benefício à sociedade que o trabalho desenvolvido pelos laboratórios proporciona. “Os resultados produzidos são tangíveis. Entre 2009 e 2013, 1.500 casos foram analisados pelos laboratórios da Rede que identificaram R$ 19,6 bilhões vindos de atividades criminosas como lavagem de dinheiro e corrupção em órgãos públicos”.

O diretor do DRCI, Ricardo Saadi avalia como fundamental a atuação dos laboratórios para auxiliar as investigações. Segundo ele, é imprescindível incentivar as técnicas de inteligência que resultem na recuperação dos ativos ilícitos. “Não basta apenas prender o criminoso, é fundamental, descapitalizar, asfixiar a financeiramente a organização criminosa para combater o crime organizado”, destacou.

 

Ministério da Justiça

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